A partir do mês de março, a rede de lojas Insinuante vai passar por um
processo de unificação de bandeiras com a Ricardo Eletro. O anúncio foi
feito pelo presidente da holding Máquina de Vendas, que controla as duas
marcas, Ricardo Nunes. “As lojas não irão fechar, mas vamos ter uma
bandeira nacional associada a cada loja da rede, com duas marcas
convivendo em conjunto”, disse em entrevista exclusiva ao jornal
Correio. Também participam da unificação todas as lojas regionais do
grupo – City Lar, Eletro Shopping e Salfer – que passam a ter o nome
associado com a Ricardo Eletro, assim como a Insinuante que se chamará
Insinuante e Ricardo Eletro. “A marca regional vai estar agregada à
marca nacional, mas não muda nada. O cliente vai sair de casa e vai
encontrar a mesma loja, só que com uma marca unificada”. Criada em 2010,
a partir da fusão da rede baiana Insinuante com a mineira, Ricardo
Eletro, a Máquina de Vendas agregou outras marcas regionais, expandindo
suas atividades para o Sul e o Centro-Oeste. Atualmente, a holding está
presente em dez estados com 280 lojas. O presidente da Máquina de Vendas
não especificou quando todas as lojas adotariam um nome só. Ele
garantiu que os nomes conviverão juntos na mesma fachada. “Já tínhamos
planejado transformar todas as bandeiras em um grupo só”.
O exame do Conselho Regional de Medicina do
Estado de São Paulo (Cremesp) teve como resultado 48,13% reprovados do
total de 2.726 recém-formados. De acordo com a entidade, metade desses
novos profissionais não está apta para exercer uma medicina de
qualidade. No entanto, é possível conseguir o registro do Conselho
Regional de Medicina (CRM) mesmo após reprovação na prova. "O Conselho
lamenta muito o resultado. São esses os profissionais que vão tratar
seus filhos, amigos, família. Quase metade de reprovação é um número
muito alto", afirmou o coordenador do exame e professor livre-docente em
cardiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Bráulio
Lina Filho, em entrevista ao site UOL.
De acordo com o coordenador, o resultado apontou maior dificuldade em questões de clínica médica e saúde pública/epidemiologia. "A clínica médica é a base de quem pretende exercer a medicina. É base para quem deseja se especializar em pediatria, obstetrícia, qualquer coisa. É preocupante", avaliou. Egressos de universidades públicas apresentaram melhor desempenho, quando comparados aos que vieram de instituições particulares, om 73,6% e 41,2% de aprovações, respectivamente. (Bahia Notícias)
De acordo com o coordenador, o resultado apontou maior dificuldade em questões de clínica médica e saúde pública/epidemiologia. "A clínica médica é a base de quem pretende exercer a medicina. É base para quem deseja se especializar em pediatria, obstetrícia, qualquer coisa. É preocupante", avaliou. Egressos de universidades públicas apresentaram melhor desempenho, quando comparados aos que vieram de instituições particulares, om 73,6% e 41,2% de aprovações, respectivamente. (Bahia Notícias)









