A União dos Municípios da Bahia (UPB) estará reunindo seus em Salvador
tendo como pauta a definição das ações do movimento municipalista no
âmbito do Estado da Bahia. O cenário de dificuldade para o atendimento
às demandas da população, a reclamada queda na arrecadação e a retenção
do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para quitação de dívida
previdenciária são algumas das queixas dos prefeitos. Somado a isso, as
gestões municipais têm que enfrentar no início deste ano despesas extras
como o reajuste do salário mínimo e do piso do magistério, que ainda
não tem definição de valor, mas já se prevê acréscimo superior ao
mínimo. “A agenda para definir as mobilizações e pautas que
construiremos em 2016 foi demandada pelos próprios prefeitos, que não
suportam mais conviver com a falta de perspectiva de melhoria desse
cenário de crise que vem se agravando desde 2008”, explica a presidente
da UPB, prefeita Maria Quitéria. Segundo a gestora, a situação dos
cofres municipais chegou a um ponto crítico. Com o município assumindo
novas responsabilidades sem que haja contrapartida de recursos.
